#21 – Transferências

abril 4, 2010

Bom, eu transferi alguns posts do meu antigo blog pra esse aqui. São eles os posts 18, 19 e 20.

Sem mais.

Todos querem passar no Vestibular das grandes universidades do País. Mas poucos querem estudar. Pensando nisso, para ajudar a massa, criei um modo novo de aprendizado:
OS FUNKS DE VESTIBULAR!

MC Alencar

Ritmo de: Glamourosa

Glamourosa
Rainha da Corte
Poderosa
Humilha só com o dote
Quando chega na festa
Agita o salão
Acaba com o Seixas
Põe a moral dele no chão

MC Assis

Ritmo de: Éguinha Pocotó

O meu nome é Bentinho
E eu tô bravo pra chuchu
Acho que tô sendo traído
Pela maldita Capitu!

Capitu! Capitu! Capitu! A maldita Capitu!(1000 X)

MC Azevedo

Ritmo de: Não seja preguiçoso e associe as coisas

Eu só quero é ser feliz
Andar tranqüilamente no Cortiço onde eu nasci

MC Drummond

Ritmo: Como o de qualquer funk

Esquece os otro poema
Que na prova tu num erra
É só lembrar que escrevi tudo
Durante a Segunda Guerra

MC Ramos

Ritmo de: Academia da Mãe Loira

Com essa Família tu viaja todo dia
Porque desde que me dou por gente
Nessa terra num chovia

Então viaja! Viaja! Vai atrás de água!

Após o fracasso de bilheteria do filme Um Herói Brasileiro, baseado na vida de Roberto Jeferson, o cinema nacional havia entrado em recesso. Tirando uns filmes independentes como o ótimo Torpedo, em que rapaz de 19 anos, vivido por Antônio Fagundes recebe um SMS secreto do governo e passa a sofrer perseguições de agentes federais (e que perdeu o Oscar para Hiljndi Pakrtian, da Índia, no qual cirurgião cego ganha ingresso para ver show de Frank Sinatra na década de 50), não se via muita coisa boa. Mas com a Petrobrás anunciando mais verba para patrocínio cultural após a descoberta de combustível em Marte, o cinema ganhou novo fôlego. Vamos conferir as estréias dos Telões e da telinha essa semana:

Cidade dos Homens - A Vingança dos Silva

Acerola e Laranjinha estão cansados da vida que levam. Agora com 40 anos, eles têm que arrumar um emprego e estabilizarem suas vidas. Mas isso não será nada fácil com a invasão da Terra por piratas alienígenas comedores de cérebro. Roteiro de Arnaldo Jabor e direção de Renata Aragão.
Com: Acerola, Laranjinha, Francisco Cuoco.
130 min. Brasil. Ação/Ficção. 16 anos.

Fãs da Saga comemoram o lançamento de mais um filme.

Jogos Mortais XXXII (Saw XXXII)

Outra saga que será lançada no Brasil, desta vez chegando ao fim. Nesse filme, após a descoberta da identidade de Jigsaw como um ser possuído por Barney, o Dinossauro, os Caça-Fantasmas são obrigados a trabalhar com o Pe. Merrin Jr., numa luta de proporções épicas com a presença do Godzilla. Enquanto isso, 12 americanos estão presos em uma sala.
De Stephen Baldwin Jr. Com Dan Aykroyd, Rick Moranis, Brendan Fraser. 110 min. EUA. Terror. 18 Anos.

Cena de Jogos Mortais XXXII, em que Barney toma o congresso.

Na Telinha
Duas séries e uma novela chegam essa semana na TV brasileira e prometem muita emoção.

Casa

Versão brasileira de House, é uma das maiores expectativas do público. O Dr. Gregório Casa atende no SUS e é mal-educado, rude e extremamente insensível com os pacientes. Infelizmente o salário não é tão bom para ele ser genial. O seriado, todo filmado em formato digital, tem um orçamento de mais de 100 mil por episódio, e conta com um elenco de primeira, com Antônio Fagundes no papel de Dr. Casa, Reynaldo Gianecchini como Dr. Cheise, Luciano Huck como Dr. Wilson, Débora Falabella como Dra. Carmen, Lázaro Ramos como Dr. Foromen e Suzana Vieira como Dra. Cláudia.

Disque N para Nanico.

Na onda dos seriados, o SBT investiu no gênero artes marciais. Em Disque N para Nanico, uma mistura de Kung Fu, suspense e mitologia cerca o escritório do detetive particular Edson Miryn. Contratado para encontrar ítens antigos para um colecionador, mas para isso terá de enfrentar uma legião de inimigos.  Como aliados, Miryn conta com Katharina e o atrapalhado Roberto, vividos por Bárbara Paz (SBT, lembram-se?) e Wagner Montes, respectivamente. O protagonista será vivido por Nelson Ned.

Medo de Amar

Nessa trama de Manoel Carlos dirigida por Denis Carvalho, Regina Duarte é Helena, uma mulher que tem medo de amar. O resto é resto.
Elenco: Regina Duarte e outros.
Abertura: Hans Donner.
Tema: Fuscão Preto (Versão de Maria Rita).

#18 – E se…

abril 4, 2010

O apresentador da Band José Luís Datena disse, na tarde desta segunda-feira (8), que “seria um prazer enorme trabalhar” no SBT. Nos últimos dias, ele conversou com Silvio Santos, dono da emissora, sobre o assunto. Nos bastidores, há a expectativa de que a assinatura do contrato esteja próxima, e a cifra do contrato chegaria a R$ 500 mil por mês, incluindo ganhos com merchandising.
(…)
“Não quero ficar fazendo programa policial a vida inteira. Quero fazer outras coisas. Já trabalhei em programas de viagens, também fiz esporte muito tempo. Pretendo migrar aos poucos”, afirma.Fonte: Folha Online
Link: http://www.cidadeverde.com/entretenimento_txt.php?id=6145

E se… Datena apresentasse o Bom Dia & Cia.

11/05/2013

Anos depois da bomba ter sido publicada pela Folha Online, o programa Bom Dia & Cia. Começou a ser apresentado por José Luís Datena. Saído diretamente do Brasil Urgente, que agora está sob o comando de Sérgio Mallandro, é o primeiro programa infantil do apresentador, famoso por suas atuações em programas policiais. Para conferir as opiniões de críticos e outros apresentadores, o nosso repórter Orlando Nuger Húndio preparou essa reportagem especial.

São 10h30 em São Paulo. O frio e a correria cotidiana do centro da cidade parecem não afetar nosso primeiro entrevistado que continua imóvel em seu posto. Quando encontramos Yudi, hoje guarda municipal, nos saudou com um alegre bom dia e uns passos de break. Antes da entrevista realmente começar, ele se divertiu comandando apostas, como em qual camelô seria pego pelo rapa e qual pessoa não alcançaria o ônibus (ganhei um CD do Genival Lacerda e um Dynavision nessa última). Yudi, que apresentou o programa durante anos, quando questionado sobre o novo Bom Dia & Cia no comando de Datena, respondeu: “Eu não gostei da nova apresentação, acho que ele descaracterizou o programa. Eu e a Priscilla conduzíamos uma atração mais leve e familiar. Acho que termos como ‘pulha’, ‘canalha’ e ‘vagabundo’ não cabem a um programa como esse, e ele os usa muito. Quando o Patrão (Silvio Santos) chegou pra mim e disse que estava velho para ficar no programa, fiquei tranqüilo. Ele me pôs no SBT Informa. Mas o programa era às 4h30 da manhã e informava sobre assuntos políticos da Polônia e do Suriname, principalmente. Então, quando o programa deu -3 no Ibope, me mandaram embora.” Mas isso não parece ter afetado as expectativas de Yudi. Segundo ele, um projeto seu está a caminho. “Estou escrevendo uma série, sobre pessoas paranóicas que são obcecadas por cultura pop e vivem em Copacabana. Elas são perseguidas por uma organização, mas quando comem espinafre ficam super fortes. O roteiro é meu, da Fernanda Young e do Alexandre Frota Machado”, anuncia animado.
No mesmo dia fiz uma ligação para o crítico de TV Osmar Telles Ferreira do 4 News, jornal de Santa Rita do Passa Quatro. Ele tem sido um dos mais ferrenhos críticos ao novo programa de Datena. “Programa infantil é uma área que Datena nunca esteve antes, ele não sabe se comunicar com o público alvo. Ele não conhece muito o enredo dos desenhos e vai trabalhar de terno e gravata”, afirma. Outro problema do programa seria a idade do apresentador. “A criança não vai se ver representada na tela por um homem daquela idade. Já está difícil para a Xuxa”.
Poucos minutos depois de falar com Telles recebi uma ligação em meu celular. Era Pelé, que não tem nada a ver com a história querendo opinar sobre o assunto. “Eu acho que pode dar certo, entende? Como pode não dar. Tudo na vida é assim.”
No fim do dia fui ao Sindicato dos Apresentadores Infantis, onde fui recebido pela secretária, uma loirinha simpática que falava como criança. Após aguardar uns minutos num confortável sofá em forma de sorvete sob um quadro do Capitão 7, o Presidente do Sindicato, Dr. Daniel Azulay, me chamou em sua sala. “É sobre o Datena, não?”, já me perguntou Azulay de antemão. “Já encaminhamos um manifesto ao SBT. É ridículo que um programa infantil seja apresentado por um homem tão ligado à truculência como ele. Ele deve se dirigir ao público adulto. Mas temos certeza que não dará certo. Se não pelo apresentador, pelas mudanças de horários. Logo o Bom Dia será às 10 da noite”, disse irônico.
A diretora de programação do SBT, Bárbara Paz, não quis se pronunciar sobre o assunto até o fechamento da matéria, mas a diretoria informa que o programa continuará no ar. Apesar das críticas negativas e de todos os entrevistados, o público será o grande juiz nesse caso. E agora, só tempo o dirá. Ou eu tô errado?
Abaixo, alguns trechos do polêmico programa.

-Alô, criançada. Tio Datena chegou de teleporte.

-Alô, Carlinhos. Você fala de onde?

-Beba Trinks. O suco que não tá de brinks! É mais um produto Paraty.

-Agora, as aventuras da Liga da Justiça. Simões, na tela!

-Absurdo o que fizeram com esse Naruto! Barbaridade! No Japão não tem lei! A criança está treinando, vêm um bando de ninjas vagabundos, porque não tem outra palavra pra definir uns pulhas como esses,  e espancam o  menino!

-Agora, o programa está chegando ao fim.   Menores, estudem e comam os legumes. Amanhã tem mais.

-Um ótimo dia e até amanhã, com mais desenhos, alegria e a cobertura do Comandante Hamilton no Beto Carrero World.

Foto do Fã do Dia.

E o futuro…

Agora, a Rede TV!, a rede de TV que mais cresce no Brasil, quer investir nos programa infantis. Uma imagem de um suposto piloto com Marcelo Resende foi ao ar.

-Se não fossem esses garotos xeretas mais um criminoso estaria impune!

#17 – Penso, Logo Envio

março 19, 2010

#16 – Rush(more) Hour

março 11, 2010

Meu mais novo produto de inutilidade. É pra ser uma série. E pode ser conferida também no http://rushmorehour.wordpress.com/

#15 – Pras três.

janeiro 1, 2010

Meus caros amigos, eu tinha parado de postar. Não sei exatamente porque, mais parei. E quanta coisa aconteceu desde lá, hein? A Cop-15,  o fim do Brasileirão, o surgimento do Jonas Brothers, a febre de Crepúsculo… Muitos eventos que poderiam ter rendido posts. Mas agora o Expectorante voltou. Não que interesse a alguém, mas ele voltou. E agora teremos mais coisas. Vídeos, Top10. Enfim, eu e minha equipe estaríamos muito animados, se eu tivesse uma equipe. Mas como sou só eu que posto aqui mesmo, então postar mais será tipo uma resolução de ano novo. Então é isso, o primeiro post do ano! Desejo felicidades e um ótimo 2010 a todos do alto de minha vassoura!

Fikdik: 15 pras três é uma expressão para quem não bate bem das idéias. Aparentemente é porque o relógio, quando dá 15 pras 3, fica meio que pendendo pra cada lado. Eu vi isso numa entrevista da Sônia Abrão, há um tempinho atrás e me marcou muito. Rede TV! é cultura, sempre.

Ouvindo: Polaris – Hey Sandy

Você já se pegou rindo da Praça é Nossa, da Zorra Total ou da Escolinha do Barulho? Nunca? É… Eu também não. Então, você supôs que esse post é obviamente contra esses programas de merda, certo?

ERRADO!

Eu vou fazer o que nenhum homem, exceto Denis Carvalho, jamais fez: Defender Zorra, Praça e Magal. 

O Problema não é o humor deles, é nosso imediatismo.

Quando alguém tira a azeitona da oliveira, o cara pega e come? Não! O que ele faz? Pega, enfia num tambor com água e sal (acho que é isso), e espera seis meses, ou até um ano!
Quando a gente assiste a esses programas fica logo bravo porque não conseguiu rir. Mas não é pra rir! Assim como as azeitonas e o uísque, os programas humorísticos brasileiros são para se aproveitar ao longo da vida. O que eles mostram lá, é apenas um conceito de situação para usar o bordão do personagem. Assim como as roupas dos desfiles mostram só as tendências das épocas, as piadas e os quadros desses programas só lançam bordões que devem ser usados com sabedoria.

Vamos aos exemplos:

Lady Keite (espero que seja assim), chega em uma festa glamourosa, discute com alguém rico que reclama de alguma coisa, ela logo se revela proprietaria de tudo lá e dá um chilique para defender seu amigo Salsichão. No meio da discussão ela põe todos pra correr, faz as coisas do jeito dela e diz: “Que que foi? Tô pagaaaaando!”
SEM GRAÇA

Você compra um hamburguer no McDonald’s, e de repente você vê que esqueceram de te dar um catchup. Você levanta decido a fazer um escarcéu. Teu amigo te segura pelo braço e diz: “Calma, cara… Vai reclamar por um catchup?”. Você responde: “Que que foi? Tô pagaaaaando!”
ENGRAÇADO

——–

Carlos Alberto de Nóbrega está em seu banco e a câmera vira para Buiú, que trabalha em uma banca de jornal ou algo assim. Buiú, sempre serelepe, escuta a conversa de dois amigos.
Cara 1: E aí, como está sua mulher?
Cara 2: Bem, bem. E a sua?
Cara 1: Ah, sempre bem. Viajando por aí. Sabe como é, chegou aos 30 quis se descobrir… Rodar pelo mundo. Disse que volta esse mês mesmo.
Cara 2: Ah, que legal.

Câmera dá um close em buiú que diz: Traduzindo: Largou o marido.
SEM-GRAÇA

Você e seu amigo conversam. Ele conta de algum outro amigo de vocês.
Seu amigo: Pô, cê viu que o Paulinho largou a mina dele?
Você: Sério? Por quê?
Seu amigo: Ele disse que é porque ela segurava muito ele, e ele curte sair a noite com os amigos pra pegar mulher e tal.
Você: Sei… Traduzindo: Virou viado!*
ENGRAÇADO

*É crucial que nesse momento você imagine o close.

————–

Na escolinha, após o professor dar um zero pro Seu Eugênio, ele diz: “Eu vou botar seu nome na boca do sapo!!”
SEM-GRAÇA

Você, após ser zoado por alguém, na roda de amigos, levanta, põe o dedo na cara dele e diz: “Eu vou botar seu nome na boca do sapo!!”
ENGRAÇADO

———

Esse conceito se aplica a todos, TODOS, os personagens desses humorísticos.

Fikdik: Seu Saraiva é um dos melhores em referências.

Ouvindo: Uncle Kyle Says – Little Wings. =)

Dizem por aí (não vou dizer quem foi, porque não sou fofoqueiro, mas foi alguém de Viena) que Mozart começou a tocar cravo aos 3 anos. Não bastasse isso, compôs as primeiras músicas aos cinco aninhos - idade da Maísa, ou quase isso. Quando tinha 7 anos, ao invés de ver Power Rangers, já tinha feito quatro sonatas. Com 11 anos, idade que você curtia Pokémon, ele já compunha óperas. Com 16, idade que você ficou feliz por poder assistir filmes do Steven Seagal no cinema, ele já tinha mais de 130 obras compostas. Daí sua vida seguiu com igual rapidez até que morreu aos 35 anos.
Não é estranho alguém ser tão adiantadinho e viver tão pouco? Simples. Mozart não era um cara. Era uma Zebra.
As Zebras vivem em média de 30 a 35 anos, e, como quase todo animal, cresce, reproduz e morre mais rápido que um humano.

Talvez você ache triste o fato de um grande compositor ser uma Zebra. Mas a verdade é que ele não estava nem aí. Afinal, Beethoven era um cachorro São Bernardo.

Everybody Hates Chris (Uma série que deveria existir)

Johann Christian Bach, ou simplesmente Chris, é obrigado a viver em um perigoso bairro de Leipzig com seus irmãos (todos Johann-alguma-coisa) e seus pais, Johann Sebastian e Anna. Apesar das dificuldades, eles são uma família feliz. O uníco infortúnio de Chris é ter de cuidar de seus irmãos enquanto seu pai trabalha em seus dois empregos (professor de música e compositor barroco).

Apresentação:

O status de cult e trash nunca foi uma coisa muito padronizada em termos de cinema. Por exemplo, você pode dizer que um filme do Ernest é trash, mas nunca que ele é cult. Agora, Evil Dead, você pode dizer que é trash? Pode. E pode dizer que é cult? Pode. Seguindo esse pensamento Clebermachadiano, descobrimos que um filme cult, pode ser tão trash que virou cult. Agora, e se você não tiver tanto sangue artificial, maquiagem bizarra ou o Bruce Campbell pra fazer um filme trash-cult? Simples! Faça um filme cult!*

#1 – A Idéia

Seguinte, pra você fazer um filme, mesmo que seja do Vin Diesel, você não precisa de idéias. Já pra fazer um filme cult (ou pseudo-cult, se preferir), você precisa. Então, aí vão as principais categorias:

1 – Filosófico: Um homem sai para comprar um pãozinho e vê um mendigo ser atropelado. Quando vai resgatar o mendigo, vê que ele e o tal morador de rua são muito parecidos. O mendigo morre, e ele começa a ir na padaria e discutir com o padeiro sobre a brevidade da vida regularmente, até que encontra uma mulher surda-muda que altera para sempre sua maneira de ver as coisas, e assim ele descobre que a vida pode ser vivida intensamente, apesar das dificuldades.

2 – Político: Um homem branco, fã de Frank Sinatra vai comprar pão numa padaria onde todos são clones de James Brown, e justo durante os distúrbios de LA.

3 – Perturbador: Uma garota é vai comprar pão, e é atendida por um Gato de Pelúcia chamado Alabama Williams,  que a convida insistentemente pra conhecer seu “baú mágico de aniversário”. Ela sempre recusa, mas após ver uma foto escrita “Fonzie Rocks”, decide aceitar o convite do gato. Ela abre o tal baú, grita em câmera lenta e aparecem duas irmãs gêmeas de ponta-cabeça recitando um trecho do poema “O Captain! my Captain!” De Walt Whitman. E assim acaba.

4 – Polêmico: Homem sai para comprar pão para tomar um bom café da manhã com sua esposa, que é uma garota de 8 anos.

Com algumas dessas idéias, você já pode começar a esboçar o roteiro de seu filme. Eu ficarei com algo semelhante à idéia número um.

#2 – O Título

Antes de escrever o roteiro você precisa de um título.

-Ué! Mas o título não vem depois do roteiro?

Não! Por uma simples razão: Se ele vier depois, ele fará sentido.

Procure um título sonoro, e que não tenha muita relação com o seu roteiro. Deixe o menos óbvio possível. Eu por exemplo, escolhi “Tanatologia”. Significa “coisa relacionada à morte”, ou “tratado sobre morte”. Ou seja, agora meu filme tem que ser o menos relacionado à morte possível.

#3 – A Abertura

Se você vai fazer a abertura de seu filme, não se esqueça: O título aparecer no meio da cena, ou com os créditos, não é cult! Faça algo mais descolado. Para isso você precisa de três coisas:

1: Uma imagem aleatória.

2: Uma fonte simples do Word.

3: Uma música clássica.

Para encerrar o primeiro capítulo do Manual, deixo aqui uma amostra de como isso pode ser feito.

No próximo capítulo: Construindo o personagem.

*A Idéia de fazer um filme cult desse manual não se aplica a todos os cult movies, apenas àqueles que você pergunta: Como diabos essa merda ganhou aquele prêmio?

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